domingo, 6 de novembro de 2011

LIÇÃO


POR MAIS QUE NÃO SEJA ENTENDÍVEL,
OU QUEM SABE, ESPANTOSO,
NÃO SE É QUEM SE FORA.

O CORDÃO UMBILICAL SE ROMPEU
AGORA SE CONHECE O ERRADO
E SE SABE OMITIR TAMBÉM O CERTO

NÃO SE QUER MAIS RESOLVER O PROBLEMA DO MUNDO, DO VIZINHO, TALVEZ OS PRÓPRIOS.

CIÊNCIA
RAZÃO
VERDADES

MITOS
CULTURA
DESCULPAS

DEUS NÃO É  QUE SE PENSA
A MORTE NÃO É O QUE SE ACREDITA
A VIDA É O QUE SE VÊ.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

JESUS: AQUELE QUE É


Se perguntarmos quem é Jesus, qualquer um irá responder de forma digna e correta: Jesus foi o filho de Deus; aquele que deveria vim ao mundo, o Messias; o homem que transformou a história; o Deus humilde que amava os pobres; aquele que curou muitos doentes e perdoou muitos pecadores, etc.
Tudo isto está correto, porém percebemos uma coisa estranha aí, o quê será?
Usando o exemplo acima e também a nossa experiência cotidiana, saberemos que grande parte dos cristãos entendem Jesus com “aquele que foi” não “aquele que é”. Grande parte dessas pessoas estão ligadas a comprovação científica e outros meios objetivos para comprovar a existência das coisas. Por isso não há como colocar na cabeça a ideia que “Jesus existe aqui, no meio de nós” já que ele já morrera.
Alguém pode até dizer que o que eu falo é precipitado, mas percebemos que os jovens, adolescentes, adultos e até mesmo alguns idosos não conseguem perceber esse Jesus vivo. Se isso não é verdade, então qual seria o motivo para muitos não irem à igreja? De muitos não acreditarem na hóstia consagrada? De muitos não orarem? De muitos não agradecerem? De muitos b, c, d...
O que acontece é que estes não abrem o ouvido, a mente e o coração para escutar, perceber e acolher esse Jesus que se manifesta de diversas formas. Na vida, no serviço, na bondade, no amor, (...) se cada uma destas coisas existem é por que Deus vive entre nós.
Mas essas simples palavras ainda não servem para que as pessoas possam reconhecer. Na verdade a maior manifestação de Jesus Cristo se dá dentro de cada um, pois é bem fácil eu repugnar um fato completamente verdadeiro afirmando que ele é falso. Por isso é muito difícil eu tentar convencer alguém que Deus está connosco, sempre nos cuidando e nos amando, a partir de minha crença e percepção.
Fico muito abalado quando vejo jovens tão bons, contudo que tem o coração fechado para a espiritualidade. Fico mais triste ainda quando experiencio outros jovens que tiveram antes uma carreira na igreja, mas deixaram-na por falta de crença em Deus e nas doutrinas sagradas.
Acredito que Deus quer ser esse Deus camuflado e através disso nos possibilitar encontrá-lo no invisível de nossos sentidos e no oculto de nossa realidade. É assim também que Ele vai nos colocar a prova: se formos capazes de ouvi-lo e praticar Sua boa nova, seremos dignos do reino do céu.
Por isso gostaria de dizer a todos - se pudesse ser à toda a humanidade seria ótimo – tentem provar do manancial que é a apresença de Deus. Tentem encontrá-lo dentro de vocês e sentirem Sua substância.
Não é fácil, mas também não é difícil. Santo Agostinho diz que “Deus é a verdade e a verdade está em nós, dentro de nossa memória”: vai lá e busque essa exuberante e verdadeira verdade.

terça-feira, 1 de março de 2011

VALORES DESGASTADOS PELO LIVRE ARBÍTRIO


Vivemos em um mundo super desenvolvido que tende sempre a desenvolver-se mais. O que nos leva a conclusão? É a invasão exacerbada da tecnologia e da comunicação.
Boa parte desse desenvolvimento é positiva e boa parte não. O positivo é que essa invasão tecnológica proporciona maior economia, paxis, lazer... para as pessoas. Porém o negativo é que ela traz comodismo, alienação, dependência, preguiça e outros males.
Dês do início dos tempos Deus nos deu livre arbítrio e logo escolhemos o proibido. Cada vez que a sociedade se desenvolve economicamente e tecnologicamente, ela também tende a legitimar o livre arbítrio individual e infelizmente continuarmos a escolher o errado. E cada vez degradamos mais nossos valores.
Vejam as músicas dos nossos dias que banalizam a imagem de quem as criam, aceitam ouvir ou não aceitam. “O mundo não precisa ser um tabu, mais também não precisa ser um sexo verbal, como diz meu grade ídolo Renato Russo”.
É incrível como se aceita tudo. Essa sede carrasca de chingar-se a si mesmo. O rebolar das garotas ao som de insultos conta a figura feminina. A veneração a objetos simples e sentimento amoroso pelos mesmos (por exemplo, a musica: declaração de amor a cachaça da banda garota safada). Uma apologia.
Acho que não se dança se a música não houver um termo que blasfeme. Até parece que as pessoas adquiriram a capacidade de ejacular ouvindo musicas.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Análise hermenêutica da música “metal contra núvens de legião urbana” composição de Renato Russo.





Não sou escravo de ninguém, ninguém, senhor do meu domínio, sei o que devo defender e, por valor eu tenho e temo o que agora se desfaz. Viajamos sete léguas por entre abismos e florestas por Deus nunca me vi tão só é a própria fé o que destrói estes são dias desleais.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão, eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Reconheço meu pesar quando tudo é traição, o que venho encontrar é a virtude em outras mãos.
Minha terra, é a terra que é minha e sempre será. Minha terra tem a lua, tem estrelas e sempre terá.

Quase acreditei na sua promessa e o que vejo é fome e destruição. Perdi a minha sela e a minha espada perdi o meu castelo e minha princesa.

Quase acreditei, quase acreditei e, por honra, se existir verdade, existem os tolos e existe o ladrão e há quem se alimente do que é roubo mas vou guardar o meu tesouro caso você esteja mentindo. Olha o sopro do dragão...

É a verdade o que assombra, o descaso que condena, a estupidez, o que destrói, eu vejo tudo que se foi e o que não existe mais. Tenho os sentidos já dormentes, o corpo quer, a alma entende. Esta é a terra-de-ninguém sei que devo resistir eu quero a espada em minhas mãos.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Não me entrego sem lutar tenho, ainda, coração. Não aprendi a me render que caia o inimigo então.

Tudo passa, tudo passará...

E nossa história não estará pelo avesso assim, sem final feliz. Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver, temos muito ainda por fazer, não olhe pra trás, apenas começamos.
O mundo começa agora apenas começamos.



1. Conhecer a música e seu contexto


Metal Contra as Nuvens é a mais longa música da Legião Urbana, com duração máxima de 11 minutos e 28. Lançada originalmente em 1991, no disco 5º, a música ganhou várias versões, sendo gravada posteriormente no Acústico MTV (1992), e depois no famoso show “Como é que se diz eu te amo” (1994).
Ela tem também uma característica muito interessante: diferentemente dos padrões de música, Metal Contra as Nuvens tem uma variação melódica muito grande. O seu início é calmo seguido por uma batida estilo roock, sucedido por um final mais doce, intercalando (pop, roock, popular, romantica e geez). É uma das poucas músicas da banda que possui um refrão.
A música não era tocada nas rádios, devido à sua extensão (Mais de onze minutos, dependendo da versão) que superava em dois minutos até a Faroeste Caboclo.
A letra de Metal Contra as Nuvens trata de vários temas, tais como a Santa Inquisição, que na letra é referenciada pelo termo O Sopro do Dragão. Faz também metáforas e analogias com coisas do tempo medieval para expressar sentimentos vivenciados pelo autor no início dos anos 90. Entre essas analogias, Renato Russo assumiu que a letra fala de uma época durante o mandato de Collor, quando os direitos autorais das canções ficavam presos e como a Legião Urbana fazia poucos shows, a banda ficou durante muito tempo sem receber dinheiro, indignação esta expressa nos versos: "Quase acreditei na sua promessa/ E o que vejo é roubo e destruição" e "E há quem se alimente do que é roubo/ Mas vou guardar o meu tesouro/ caso você esteja mentindo"
O Sopro do Dragão citado na música é também possivelmente uma referência à inflação que assolava o país na época. Segundo interpretações, uma das referências na música seria o atual presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, que na época tinha recém perdido a eleição presidencial para Fernando Collor de Melo. Lula era um metalúrgico, e por isso a repetição no refrão de "Eu sou metal".



2. Uma tentativa de interpreta-la para os dias de hoje

É bem engraçado no início da música quando ele admite que não é escravo e pouco depois ele admite possuir um “senhor de seu domínio”. De que forma isso pode ser interpletado?
Acredito eu que a música pode se referir no que diz respeito, a dominação camuflada das classes dominantes. Admitimos que temos liberdade, porém vivemos para garantir a liberdade da classe detentora do poder (classe auta).

“(...) por Deus nunca me vi tão só é a própria fé o que destrói estes são dias desleais”. Esse texto me diz que hoje vivemos em dias desleais, pois a propria religaião que seria modelo para a sociedade pacíifica, é também a que nos aliena. A escola, a política, a igreja, os meios de comunicação etc, são os meios que os poderosos usam para legitimar suas visões e seus desejos. Além disso vejo que muitas igrejas transformam os fiés em “medrosos” presos ao senso comum.
“Reconheço meu pesar quando tudo é traição, o que venho encontrar é a virtude em outras mãos”.
“Minha terra, é a terra que é minha e sempre será. Minha terra tem a lua, tem estrelas e sempre terá”.

Traição e injustiça, é essa a imagem do Brasil e o perfil do ser humano que deruba qualquer um para ter prestígios e riquesas. O primeiro parágrafo é cantado de forma mais lenta. É expreçado como uma desabafo. “Ele perdeu sua inocência e viu que tudo é traição e percebeu a virtude em outras mãos”. Quem sabe ele fala da política.
No segundo parágrafo da citação, mostra alguém a defender sua pátria, sua terra. Lembra a canção de exílio de Gonsalves Dias: “minhas terras tem palmeiras onde canta o sabiá (...)”. Esse poeta fez essa poesia quando estava exilado fora do Brasil, pelo fato de escrever e pensar diferente do que era permitido na época.

“Quase acreditei na sua promessa e o que vejo é fome e destruição. Perdi a minha sela e a minha espada perdi o meu castelo e minha princesa.”

“Quase acreditei, quase acreditei e, por honra, se existir verdade, existem os tolos e existe o ladrão e há quem se alimente do que é roubo mas vou guardar o meu tesouro caso você esteja mentindo. Olha o sopro do dragão...”


Nestas estrofes, percebemos que elas se direcionam como critica a política. “Confiei em certo político, depositei toda esperança (voto). Agora só vejo fome e destruição. Perdi toda minha esperança.” Na segunda estrofe já se vê uma nova concepção de politica tipicas do dia de hoje: não se confia mais na política por causa das decepções que ela já fez. “Devo garantir minha vida, não devo mais contar com a política!”.
Todas as estrofes seguintes retratam que existe um foco de esperança que permanesse no coração de alguns. Alguns pensadores (filósofos), alguns educadores que ainda tem espada (metal) para continuar lutando para mudar a realidade que atormenta, engana e destrói.
Por fim digo: “Possuimos as feramentas mais importantes para transformar: possuimos o saber que é a informação e posuimos a máquina organica chamada célebro. Devemos usalas! O mundo começa agora, apenas começamos.”

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

FALTA ALGO


A vida é tão pura, porém tão vazia.

A todo estante tendemos a preencher esse vazio com cópias de felicidade.

Elas servem até determinado tempo, depois descartamos e preenchemos novamente com outras cópias.

Quando a monotonia é percebida vêm às crises.

Será que eu sou feliz?

Para responder tentamos imaginar situações piores.

Ou nos abarcamos a Deus.

Dessa forma concordamos que somos felizes, mas no fundo não nos damos por satisfeitos.

Será que tudo isso é assim mesmo?

Se a resposta for sim, morrerei de angústia.

Falta algo eu sei. Mas o que?

Viverei a vida inteira pra descobrir.

Tomara que antes de partir minha alma tenha encontrado esse algo.

Se não assombrarei a mim mesmo, por toda a eternidade.

Minha fé tenta me explicar todos esses vazios. Convenço-me de que o que me falta é mais fé, mais devoção, mais oração. Ó meus Deus tomara que seja isto. Talvez seja mais fácil de encontrar um pouco de felicidade.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A lenda do anjo amante


Heron era um homem cujos preceitos e ações eram muito admirados por Deus. Seus valores eram completamente cristãos e verdadeiros. Era um dos homens mais justos da terra. Porém, como sabemos o destino não escolhe, só acontece, e bem jovem Heron morreu salvando sua esposa de um incêndio em sua casa.
Por enquanto que na terra, naquela pequena cidade da Noruega todos choravam pela perda física daquele herói, no céu Deus esperava ansioso por sua chegada.
Quando sua alma lá chegara, Deus resolvera recebê-lo pessoalmente, Ele já havia preparado um novo destino para Heron. Heron com a metade das lembranças apagadas sentia-se perturbado, mas um pouco a vontade, pois acreditara que já estivera lá antes. Deus com muita ousadia pergunta a Heron o que ele pensava fazer nessa nova etapa. Sem respostas, Heron fica calado. Aí nesse momento Deus o convida para participar da eternidade com Ele. Heron cheio de medo diz um sim. Ele não queria ser eterno, mas não ia ousar decepcionar a Deus. Deus percebe sua insatisfação e apresenta a ele a proposta de ser um anjo. Heron aceita novamente agora mais convicto, porém, ainda um pouco insatisfeito.
Assim como Heron temia, a eternidade não era toda essa glória que os humanos falavam e desejavam. Podia até ser, contudo não era isso que Heron almejava. Se ele pudesse escolher ser humano novamente, mesmo que fosse em menos tempo do que vivera, ele aceitava.
Passou séculos e Heron cada vez mais sentia-se insatisfeito. Ajudou centenas de pessoas, curando-as e mostrando caminhos. Seu coração de anjo sentia desprezo pela sua divindade. Por isso morria de inveja dos humanos de quem ele ajudava.
Queria sentir novamente todos os sentimentos que antes sentia quando era homem. Os prazeres e as dores. Como anjo só sentia o comodismo eterno. O poder para ele não era nada. Preferia lutar para viver. Faria de tudo para vivenciar o amor novamente, mas ele não tinha escolha.
Um dia ele foi convidado por Deus a ajudar uma moça que passava por dificuldades. Heriel (como Deus o chamava) não queria aceitar essa oferta, pois era um caso que tinha sido desprezado por outros anjos. Mas quando o anjo a viu pela primeira vez ficou estupefato: ela era muito linda e meiga. Logo sentiu que estava se apaixonado e começou a se questionar o porquê disso acontecer, pois anjos não se apaixonavam. Um sentimento estava se criando onde antes era estéril. A esperança em sua mente nasceu: estava decidido a amar novamente, quem sabe ser humano como outrem.
Tentava encontrar formulas para alcançar seus objetivos. E nos inervá-los contemplava a beleza deslumbrante de sua amada.
Heron usava de seu poder de anjo para cuidá-la e torná-la feliz. Porém ao invés de feliz Felícia sentia-se bastante confusa. Ele a visitava em seus sonhos. Como um herói, um rei ou um príncipe que a amava, cada vez, em ambos os lados, aumentava a esperança de um novo amor. Felícia sofrera muito com o último amor que tivera. Tinha muito medo de errar novamente.
Diversas vezes, Heron infligia às leis angelicais. Ele não podia usar de seu poder para expressar sentimentos, não podia agir se não às ordens que Deus traçava. Deus não desconfiava, pois tinha ele como exemplo para todos os outros anjos: o mais cério e dedicado. Mas Heron não dava mais valor às ordens de Deus, achava-as bobas e injustas. Era bem visível que o intruso sentimento o consumia.
O poder sagrado já não era o bastante: ele queria mais. Consultou alguns anjos de quem ele confiava. Nenhum deu a resposta que ele queria. Ele só podia encontrar as respostas para suas perguntas lendo o livro de Deus. Esse livro só Deus tinha acesso. Nenhum anjo antes havia lido ou visto. Ele era chamado de “O Primeiro Testamento”, uma parte da bíblia nunca vista. Lá continha tudo que tornava Deus poderoso e obscuro, e a única forma para um anjo regredir a fase primeira, ou seja, voltar a ser homem.
Numa pequena distração de Deus, Heron rouba O Livro. Na maior rapidez que pudera fazer, leu os veículos que apontava a formula que queria: ele deveria perder “a graça”.
A única forma seria morrendo novamente. Mas não era tão simples assim, como morrer para os homens. Ele deveria encontrar na terra o ceifeiro dos anjos e entregar sua vida. Todavia o tempo já era pouco: como ele era eterno, não percebera que o tempo passava e engolia as esperanças de sua amada.
Heriel, ou melhor, Heron depois de longa busca conseguiu encontrar o poderoso servo da morte. E pediu que levasse a graça que o tornava anjo. O ceifeiro pediu varias ofertas valiosas e o pobre anjo apaixonado o concedeu. Por último pediu o livro de Deus, ou seja, O Primeiro Testamento.
E agora? Aquele livro não podia ser lido por ninguém, principalmente os versículos que falavam da essência de Deus. Heriel sabia que justamente eram esses versículos que o ceifeiro queria conhecer.
Por instantes Heron havia desistido, porém seu amor humano era mais forte. E numa noite bem escura foi feita o ritual de morte.
Heron não havia se preocupado com o futuro da humanidade? A vontade de ser homem era mais forte que a razão? Estava bem claro que depois desse dia o mundo estava nas mãos de um desconhecido.
Heron já era humano, e aquele ceifeiro o ser mais poderoso do mundo.
Heron se preocupava sim com a humanidade e sabia que esse livro nas mãos do mal poria não só a humanidade em risco, mas também o seu amor com Felícia, por isso não dera o livro verdadeiro, rancara a capa que tornara o livro iluminado e perfeito e o deu com folhas falsas. Aí foi o fim das idéias maquiavélicas daquele ser obscuro. Como não pudera fazer nada, o ceifeiro deixou que Heriel agora Heron novamente, vivesse em paz. Mas na verdade a vida de dele estava longe de ter paz.
Estava bela e inesquecível a experiência de amor com Felícia. Porém Heron sabia que Deus o castigaria. E como castigo o ex-anjo teria pouco tempo na terra, por isso dedicara todo seu pouco tempo e dedicação a seu amor.
Foram somente 10 dias que Deus concedeu a Heron, mas, foram os melhores dias dentro de toda eternidade que ele havia vivido.
Noticias sobre ele não tenho. Acredito que Deus não o extinguiu do tempo ou da eternidade. Acho que Ele não tem poder sobre o amor. Quem sabe Heron continua a amar sua amada, talvez agora em uma outra dimensão, alguma que Deus não tenha acesso!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

OS OLHOS


Os olhos são os intérpretes da alma.

Quando choro falo mil palavras.

Só assim recupero a calma.

De alguém que me fez chorar.

Ou da vitoria que não alcancei.

Essas palavras que choro só eu sei.

Ninguém sabe.

Queria que todos cifrassem.

E assim, palavras de consolo chorassem!